Pular para o conteúdo

O Futuro da Computação: Brasil Testa Processador Quântico com Tecnologia de Grafeno

por Mhub News agosto 11, 2026 Tecnologia

Um Salto Quântico no Coração da Amazônia

Em um laboratório localizado em Manaus, uma equipe de físicos e engenheiros da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) alcançou um marco histórico: o desenvolvimento de um processador quântico baseado em qubits de grafeno que mantém a coerência quântica por 10 vezes mais tempo do que os chips de silício convencionais.

O projeto, financiado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), utilizou grafeno cultivado na própria região, a partir de resíduos da castanha-do-pará, em um processo sustentável e de baixo custo.

“Este é um passo significativo para a computação quântica”, afirma a Dra. Helena Souza, coordenadora da pesquisa e uma das cientistas mais respeitadas do país. “Estamos não apenas provando que é possível criar qubits mais estáveis, mas também que podemos fazê-lo com materiais amazônicos, promovendo o desenvolvimento local.”

O novo processador, batizado de ‘Aruanã’, em homenagem a um peixe típico da região, opera a temperaturas ligeiramente mais altas (cerca de 1 Kelvin) do que os sistemas atuais, o que reduz drasticamente os custos de resfriamento. Os testes iniciais mostraram uma redução de 90% na taxa de erros em comparação com qubits de silício.

Especialistas internacionais já comentam a descoberta. O professor James Chen, do MIT, disse que “é um avanço notável que pode acelerar a corrida global pela supremacia quântica. O uso de grafeno é promissor, mas o desafio agora é escalar a produção e integrar à infraestrutura computacional existente.”

A equipe já está em conversas com empresas como a IBM e a Google para licenciar a tecnologia. No cenário nacional, o presidente da Associação Brasileira de Startups, Ricardo Lopes, afirma que “isso coloca o Brasil no mapa da inovação quântica, abrindo portas para novos investimentos e parcerias.”

O impacto pode ser imenso: desde a descoberta de novos materiais até a otimização de cadeias logísticas e a criação de medicamentos personalizados. No entanto, os pesquisadores alertam que ainda são necessários anos de desenvolvimento até que computadores quânticos com essa tecnologia se tornem comercialmente viáveis.

O próximo passo do grupo é construir um processador com 100 qubits, financiado por uma nova rodada de investimentos do BNDES. “Estamos apenas no começo”, comemora a Dra. Helena. “O futuro é quântico, e ele nasce na Amazônia.”

Aviso Importante

O conteúdo é de inteira responsabilidade do autor. O portal não se responsabiliza pelas informações, opiniões ou declarações nele contidas.