Revolução na Justiça: IA Atua como Advogado
No último dia 10 de junho, um marco histórico ocorreu no Tribunal de Apelações de Londres: um robô equipado com inteligência artificial, chamado LexAI, atuou como consultor jurídico em um caso de propriedade intelectual. O sistema, desenvolvido pela startup britânica LegalTech AI, analisou milhares de documentos e precedentes em segundos, apresentando argumentos coesos que impressionaram os juízes.
O caso envolvia uma disputa entre duas empresas de tecnologia sobre patentes de software. LexAI não apenas identificou falhas na argumentação da defesa, mas também sugeriu estratégias processuais que economizaram meses de trabalho. O juiz responsável, Sir Edward Hale, elogiou a precisão das análises, mas ressaltou que a decisão final permaneceu humana.
Especialistas em direito digital veem o evento como um divisor de águas. A professora Sarah Thompson, da Universidade de Oxford, afirmou: ‘A IA pode democratizar o acesso à justiça, reduzindo custos e tempo de processos’. No entanto, críticos alertam para riscos éticos, como viés algorítmico e desemprego entre advogados.
A LegalTech AI já planeja expandir o uso do LexAI para tribunais de primeira instância, após aprovação da Ordem dos Advogados. O episódio reacende o debate sobre os limites da automação no sistema jurídico.
