Artistas Brasileiros Resgatam Técnicas Ancestrais em Nova Onda de Criação
Um grupo de artistas brasileiros está liderando um movimento que resgata técnicas ancestrais de pintura, escultura e música. A iniciativa, que ganha força em junho de 2026, visa valorizar saberes indígenas e africanos, muitas vezes marginalizados no circuito tradicional de arte.
Entre os nomes de destaque está a pintora Maria Kambeba, que utiliza tintas naturais extraídas da Amazônia. ‘Minha arte é uma forma de resistência e conexão com a terra’, afirma. O escultor João de Xangô, especializado em peças de madeira com inspiração em orixás, também participa, assim como a musicista Tainá Guarani, que mistura cantos ancestrais com eletrônica.
O movimento tem apoio de instituições como o Museu do Amanhã e o Centro Cultural São Paulo. Uma grande exposição coletiva está prevista para setembro de 2026, quando os artistas apresentarão suas obras em uma mostra dedicada à ancestralidade.
Especialistas apontam que essa tendência reflete uma busca por identidade em tempos de globalização. ‘É uma resposta à homogeneização cultural’, afirma a curadora Ana Paula Silva. O projeto também inclui oficinas gratuitas para comunidades carentes, democratizando o acesso a essas técnicas.
