A pandemia de COVID-19 acelerou a transformação digital no mundo da arte. Artistas que antes dependiam exclusivamente de galerias físicas agora abraçam plataformas online para expor e vender suas obras. A ascensão dos NFTs (tokens não fungíveis) permitiu que criadores como Beeple e Banksy alcançassem públicos globais e valores milionários.
No Brasil, artistas como Vik Muniz e Adriana Varejão lideram essa transição, utilizando realidade aumentada e inteligência artificial para criar experiências imersivas. A exposição ‘Imersão Virtual’ no MASP em São Paulo atraiu mais de 100 mil visitantes online, provando que a arte digital veio para ficar.
Entretanto, desafios como direitos autorais e sustentabilidade dos NFTs geram debates. Apesar disso, a democratização do acesso à arte é inegável: jovens talentos de periferias agora podem exibir suas obras em galerias virtuais sem custos elevados.
