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Artistas em Revolução Silenciosa: Como a IA Está Recriando a Alma do Samba

por Mhub News junho 17, 2026 Artistas

Artistas Brasileiros Redefinem Criação com IA

Em um estúdio no Rio de Janeiro, o músico e compositor Carlinhos Brown experimenta uma nova parceria: um algoritmo de inteligência artificial que gera ritmos a partir de samples de samba e maracatu. “A IA não substitui a alma, mas oferece camadas inesperadas”, diz Brown, que já utiliza a ferramenta em seu próximo álbum. A tendência ganha força entre artistas plásticos, como Vik Muniz, que emprega redes neurais para criar colagens digitais de obras clássicas com resíduos de IA. Até mesmo o Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio abriu espaço para obras híbridas, onde o toque humano dialoga com o código. Críticos apontam riscos de homogeneização, mas curadores como a do Bienal de São Paulo defendem que a tecnologia amplia o repertório sem apagar a identidade. Para a artista visual Renata Cordeiro, a IA é uma “tinta digital” que exige controle do criador. O debate esquenta enquanto o Ministério da Cultura estuda políticas para obras colaborativas homem-máquina. Enquanto isso, o samba e o frevo ganham novas roupagens em algoritmos treinados com partituras brasileiras, mostrando que a revolução criativa é, acima de tudo, humana.

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