Inovação nos Prontuários Eletrônicos
No Hospital das Clínicas de São Paulo, um projeto-piloto utiliza blockchain para armazenar e compartilhar prontuários eletrônicos de pacientes. A tecnologia garante que cada alteração seja registrada de forma imutável, aumentando a segurança contra fraudes e erros médicos.
Redução de Custos e Burocracia
A start-up paulista HealthChain implementou um sistema baseado em blockchain em duas unidades de pronto-atendimento. Resultado: redução de 30% no tempo de espera por exames e 25% nos custos administrativos, eliminando a necessidade de intermediários na troca de informações entre hospitais e seguradoras.
Desafios Éticos e de Privacidade
Especialistas como a Dra. Marcia Santos, da USP, alertam para os riscos de exposição de dados sensíveis. “A transparência do blockchain é uma faca de dois gumes”, afirma. Por enquanto, a tecnologia é aplicada apenas em dados não identificáveis, mas a discussão sobre regulamentação avança no Congresso.
Futuro Promissor
Com investimentos de R$ 50 milhões do BNDES, a expectativa é que até 2028 todos os hospitais públicos do estado de São Paulo tenham ao menos um sistema baseado em blockchain em operação. Uma revolução silenciosa que promete salvar vidas.
