Inovadores misturam fibras naturais com sensores inteligentes
Na Semana de Moda de Milão, uma nova tendência chamou a atenção: roupas que mudam de cor conforme a temperatura corporal e tecidos que se autoreparam. A marca italiana Pangaia apresentou um casaco que monitora a poluição do ar, enquanto a brasileira Insecta Shoes lançou tênis feitos de plástico reciclado dos oceanos. A tecnologia vestível agora prioriza a sustentabilidade sem perder o estilo.
O estilista japonês Issey Miyake, conhecido por suas inovações, inspirou essa onda. ‘A moda deve ser efêmera, mas também inteligente’, disse em entrevista. Empresas como a Stella McCartney já aderiram, com vestidos que se ajustam ao corpo através de microfibra programável. O mercado de moda digital deve movimentar US$ 50 bilhões até 2027.
No Brasil, a iniciativa Moda Circular une 50 marcas para reciclar resíduos têxteis. ‘É a moda do século 21: conectada, responsável e personalizada’, afirma a CEO da startup Re-fash, que usa IA para criar peças únicas. O movimento promete transformar a indústria têxtil global.
