Junho de 2026 marca um ponto de virada na indústria da moda. Das semanas de moda de Paris e Milão às ruas de Tóquio e São Paulo, a sustentabilidade deixou de ser uma tendência para se tornar o pilar central da criação e do consumo. Grandes nomes como Balenciaga e Gucci apresentaram coleções inteiras feitas com materiais reciclados e fibras orgânicas, enquanto marcas de fast fashion como Zara e H&M expandiram seus programas de upcycling e aluguel de roupas.
No cenário nacional, estilistas brasileiros como Oskar Metsavaht e Karina Zapper lideram o movimento com desfiles que mesclam tecidos sustentáveis e técnicas artesanais de comunidades indígenas. A Semana de Moda de São Paulo dedicou 40% de sua programação a temas de economia circular.
A demanda do consumidor por transparência também cresce. Aplicativos como Good on You ganham popularidade, permitindo que os usuários avaliem o impacto ambiental de suas marcas favoritas. A União Europeia e o Brasil discutem novas regulamentações para rotulagem ecológica, sinalizando que a moda do futuro será, acima de tudo, responsável.
