Em uma corrida tecnológica sem precedentes, a IBM e o Google revelaram, em junho de 2026, protótipos de processadores quânticos com capacidade de processamento 1000 vezes superior aos modelos atuais. Os chips, chamados ‘Quantum Nexus’ (IBM) e ‘Sycamore Pro’ (Google), utilizam novos materiais supercondutores e técnicas de correção de erros que eliminam a instabilidade que limitava a computação quântica.
Os anúncios foram feitos durante a conferência ‘Quantum World 2026’, em São Francisco. Sundar Pichai, CEO do Google, afirmou que o Sycamore Pro já realizou cálculos em 200 segundos que levariam 10 mil anos em supercomputadores clássicos. Já Arvind Krishna, da IBM, destacou que o Quantum Nexus será disponibilizado via nuvem para empresas e instituições de pesquisa a partir de 2027.
O impacto potencial é imenso: áreas como criptografia, descoberta de medicamentos e inteligência artificial podem ser revolucionadas. No entanto, especialistas alertam para riscos à segurança cibernética, já que computadores quânticos poderiam quebrar sistemas de criptografia atuais. Governos dos EUA e da UE já iniciaram programas para desenvolver criptografia pós-quântica.
O Brasil também está atento: o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações anunciou parceria com o CNPq para criar o primeiro laboratório de computação quântica do país, em Campinas, com investimento de R$ 500 milhões.
